domingo, 9 de novembro de 2014

Campanha eleitoral escondeu desastre ambiental.

 Começo com o seguinte questionamento: eleitores podem ser enganados por fatos omitidos?
 No sábado, 8 de novembro de 2014, Folha de São Paulo - "Governo agora divulga alta no desmate na Amazônia". Devastação subiu 122% em 2 meses em relação a 2013. Não está na hora do Governo decidir e ser mais explícito quanto ao seu projeto de desenvolvimento; pois me parece que não é o sustentável.
 Segundo a Folha, as informações foram "represadas" no período eleitoral, assim como foi o racionamento de água no caso do Governo do Estado de São Paulo. Existe uma crise ambiental que esteve no caminho das estratégias de campanha, então, a omissão é a melhor saída. Más será que o eleitor ainda não aprendeu que por votos, se omitem fatos? Que uma segunda eleição se esconde as ameaças? Ou ainda, que os segundos mandatos não são tão bons quanto os primeiros?
 Pois é, foi uma festa de democracia, São 1.626 Kilômetros quadrados de área devastada por conta de madeira ilegal, pastagens e agricultura. 



sexta-feira, 8 de agosto de 2014


Paulistanos denunciam rodízio de água disfarçado negado pelo governo
Defesa do Consumidor recebeu, por dia, 14 queixas de desabastecimento
POR TIAGO DANTAS
06/08/2014 6:00 / ATUALIZADO 06/08/2014 11:26

                           Luiz Moura/04-04-2014 / Agência O Globo
  Re presa de Bragança Paulista em abril deste ano: MPF recomendou que governo de São Paulo implemente o racionamento -

SÃO PAULO — Embora o governo de São Paulo afirme que o abastecimento de água na Região Metropolitana está garantido até março de 2015, cada vez mais paulistanos reclamam que as torneiras de suas casas ficam vazias, principalmente durante a noite, sugerindo uma espécie de rodízio extraoficial.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) recebeu, por dia, durante o mês de julho, uma média de 14 reclamações de falta d’água em São Paulo. Em 73% dos relatos, o problema aconteceu todos os dias. As denúncias foram enviadas para o site do Idec, que lançou uma campanha chamada “Tô sem Água”, cujos resultados foram encaminhados para o governo.
— É evidente que o racionamento está ocorrendo. Vamos manter este canal aberto até que a população seja formalmente comunicada sobre a falta d’água — afirma Claudia Almeida, advogada do instituto, que continua recebendo reclamações em seu site.
Desde abril, moradores da capital paulista vêm alertando sobre cortes esporádicos no abastecimento. A Sabesp tem explicado que os problemas podem estar relacionados a manobras feitas no sistema de distribuição de água ou à redução na pressão da água à noite.
Nas últimas semanas, houve relatos de falta d’água em áreas mais centrais e até na Vila Madalena, reduto de bares da cidade. Com o abastecimento comprometido, as casas não tinham como cozinhar, lavar a louça e limpar os banheiros no fim da noite.